“A abordagem ao jogo começa mal através de um erro individual. É muito difícil o que teríamos de fazer depois de termos dado, a palavra é mesmo essa, um golo ao adversário. Depois tivemos uma primeira parte equilibrada. Na segunda foi completamente dominada por nós, onde nós tentámos de todas as maneiras fazer o golo do empate. Fizemos mais do que o jogo nos deu. Ficamos com a desilusão e sentimos que fizemos um bom jogo, com grande intensidade e domínio. Mas a verdade dos factos é que não levámos pontos”, enfatiza o treinador do Braga.
O jogo começou praticamente com um golo dos visitantes, com Casper Tengstedt a aproveitar um contra-ataque para inaugurar o marcador. Numa primeira parte com mais bola dos arsenalistas, os primeiros 45 minutos foram praticamente jogados no meio-campo do Benfica, com os lisboetas a procurarem saídas rápidas em direção à baliza de Matheus. 0-1 ao intervalo.
Logo no início da segunda metade, Banza, após uma jogada brilhante de Djaló, teve nos pés o empate, mas o congolês rematou para a defesa de Trubin. Foram inúmeras as oportunidades dos homens de Artur Jorge, que só pecavam na finalização. O Benfica, por sua vez, remetia-se ao seu meio-campo e procurava baixar o ritmo de jogo e aguentar a vantagem tangencial. Já no tempo de compensação, Trubin voltou a ser protagonista, ao travar um remate de Banza. A sorte não esteve do lado dos Gverreiros e a diferença mínima manteve-se. 0-1 foi o resultado final.
Segue-se a deslocação ao reduto do CD Nacional, num jogo decisivo para as contas da Taça da Liga.